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Bulleit Bourbon Frontier Whiskey: Fronteiras do tempo

2 de set. de 2020
2 min de leitura

O tempo, como diria Einstein, é relativo.


Um hora ouvindo uma aula daquele professor chato é infinitamente maior que uma hora bebendo com seus amigos em um bar.


Imagine isto em anos. 8 anos, para ser mais exato. Ter que ouvir a mesma aula daquele professor chato todos os dias. Seu conteúdo é raso, suas conversas não são interessantes, ele não te instiga a crescer ou buscar mais conhecimentos. Você vai se tornando um vegetal que não sente e não expressa mais emoções. Até um momento em que pode explodir e jogar tudo pro alto, buscar uma nova vida, ou se arrepender do tempo perdido e cair numa depressão.


Este pequeno conto pode ser usado em vários cenários da vida pessoal, mas na minha se reflete em meu relacionamento e, ainda bem, de forma oposta.


Compartilho há 8 anos um relacionamento sério com minha noiva. Discussões e brigas fazem parte. Mas felicidade e conquistas também, e pra mim todo este tempo já é uma vitória.


Parece que passou voando, porque ela não é rasa, não é desinteressante. Pelo contrário, se interessa por filosofia, artes, física, astronomia, astrologia, economia comportamental, direito, artesanato e, obviamente, se interessa por mim. E justamente por isto sou eternamente grato e feliz, pois ela me conhece bem, cada detalhe, emoção, vontades, aspirações, gatilhos e sentimentos.


Nada mais justo que, em nosso aniversário de 8 anos de namoro, ela já me conhecesse o suficiente para saber como me presentear de maneira ideal, e é sobre isso que vou falar.




Em setembro é comemorado o mês do Bourbon Whiskey e, no meu instagram

Coragem Líquida, tenho postado conteúdo a respeito de alguns bourbons, fatos e curiosidades envolvendo a bebida.





O escolhido de hoje é um dos mais famosos bourbons de entrada e que são vendidos no Brasil, o Bulleit Frontier Bourbon Whiskey, especialmente como um presente de 8 anos de namoro completados hoje, da minha atual noiva.




Possuidor de uma garrafa bonita, com letras em alto relevo e uma nomenclatura diferente: "Frontier". Leva este nome homenageando os whiskeys transportados durante a colonização do Velho Oeste nos EUA.







Em seu lacre vem a descrição, em tradução livre:


"Minha família tem produzido

bourbon durante gerações usando a água filtrada de calcário do Kentucky e uma mistura dos melhores milhos, cevada e centeio. Meu tataravô reconhecia algo bom quando ele o provava e eu espero que você reconheça também".


Isso é que é confiança!


Ele é produzido seguindo a técnica “de pequenos lotes” inspirada em Augustus Bulleit, imigrante frânces que levou a receita para os EUA há mais de 150 anos e foi revivida por seu tataraneto.

Ele chegou numa imigração para uma colônia francesa em New Orleans, mas depois se mudou para o Kentucky.

Sua composição é: 68% milho, 28% centeio e 4% de cevada maltada. Este alto percentual de centeio trás a ele um sabor mais encorpado e picante.


Sua percepção no olfato e paladar: notas de carvalho e especiarias, a cor castanho-avermelhado, as notas de baunilha e mel, e leve picância.


É um whiskey digno dos cowboys do Velho Oeste!



PS: O presente dela eu deixei que ela escolhesse, para evitar desagrados, hahaha.


E assim como o Bulleit Frontier, o amor rompeu fronteiras do tempo.

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